quarta-feira, 13 de agosto de 2008
um brinde.
domingo, 10 de agosto de 2008
Pois é.
sábado, 9 de agosto de 2008
vida imensa;
calmaria;
domingo, 3 de agosto de 2008
escolhas;
Depois de agonizar algum tempo na escuridão, parece que uma fresta de luz iluminava a direção certa.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
só.
sábado, 31 de maio de 2008
metade-ficção;
Me deixa perplexa. Será que o que eu espero mesmo são essas invenções? Será que o cru, os cortes mesmo não seriam melhores?
O que pode me deixar mal um dia, pode também me reerguer.
Tudo parece mais claro desde então...
uma grande invenção;
E se a jogassem de frente a parede e o que conseguisse enxergar era somente um extenso branco? E o que poderia dizer, em hora, que não fosse inventado. Talvez o silêncio seria mais puro, mais sincero. Embora que mesmo o silêncio pode ser ilusão. A mente não tem idade, é criança sempre. Inventa e brinca.
domingo, 16 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
uma síntese de intensidade;
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
luz;
Parecia que finalmente havia levantado da cama, e libertado os olhos daquela certa melancolia. Mas era ilusão... um golpe do tempo, e arranca-lhe para lá denovo - alguém tenta re-pintar os muros brancos. Preciso acordar, preciso acordar do sonho, antes que façam do muro, parede, e que esqueçam de fazer nelas, as janelas. Mas antes é preciso se libertar do sonho doce...
domingo, 6 de janeiro de 2008
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
domingo, 23 de dezembro de 2007
Quando às luzes ainda piscavam, e faziam dos olhos de janelas à portas, tão sensíveis à luz, vermelha, suave, de brisa ... leve..., do que não ilumina, mas sente, tão perto, tão rente, tão forte, que o corpo estremece, e mais nada, você sente... só estar, só estar, e não larga. Então tudo à sua volta se prende, e se solta. Os corpos, inexistem, somente a força do que sente... Em vão, gramados, esquinas, e portas... Prendeu-se, para fora ou dentro delas?
sábado, 24 de novembro de 2007
Dois buracos no telhado
Passa o trem, passa o trem, vai perder! Se não é chegada a hora, vai perder, vai perder...
Circunda a mente, e pára ("vai perder"), e esse é o que não se pode perder assim, fácil.
Segue nos pés (na ponta, e como consegue?), discreta e com encanto, sobe nas pontas dos pés, e nem toca o chão. Faz tanto silêncio, que ninguém percebeu. Mas ninguém percebeu! Tontinha... ninguém percebe, ninguém ouviu. Soltou a palavra, e ela se perdeu. Era importante. Não menos que as que não saíram. Mas psiu, não conta. É segredo, entendeu, como elas. Como elas, perdidas, ambulantes, não páram, não páram.
Me ajuda, segura nas mãos, ou bate, bate e mande elas voltarem, e se reorganizarem. Perdidas! Onde já se viu... em tal situação, palavras perdidas dentro da mente. E quem deixou, e quem foi que deixou se juntarem assim. É fogo, tem vida própria.
Qualquer passo no chão tem vida própria, sabia? A gente nem vê. Eles vão, nos levam. O duro é quando vão e nos deixam ali, no mesmo lugar. E como se mover sem os pés, daí? Essa pergunta não deve ter resposta, ou senão... não teriam esses passos procurando-a pela praça.
E se perceber, o trem passa? O trem passa, se a gente percebe? Deixar o trem é perder? E ganhar é o que?
E como acaba, afinal?
Vejo tantos pontos, vejos tantos pontos, me deixa parar!
Estou perdendo, você não viu? Estou perdendo!
Ali, estou vendo, ali.
Diante de mim, o olhar, o rosto.
Me deixa, me deixa parar.
Eu corro, e espero um abraço.
E que ele vá percorrer a semana.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
tentativas...
Outro dia, continuo. Como na folha em branco...
domingo, 14 de outubro de 2007
convenções;
O tempo me consome,
enquanto ele diz ser apenas uma convenção
se for, quem sou eu então,
procurando o equilibrio, e perdendo-o,
a cada instante, que seria o mais preciso,
o que mais preciso;
enquanto ele tenta me puxar,
só me vejo afundar mais;
e isso tudo por não saber ser mais que
silêncio e doce;
doce-azedo à ponto de estragar;
que se entrega em versos,
que eu não aguento mais!
fui eu que fiz disso
uma convenção,
minha linha e ação;
procuro um salvador,
que não existe.
o salvador não é o tempo, não é o outro,
quem salva está mais perto,
está diante,
é o reflexo e o mesmo;
mas ainda não consigo
encontrar o ponto de quebra,
só encontro o ínicio do sentido,
e necessidade da volta,
quando te vejo de lado,
à ponto de estar de costas e andar,
sem o tempo, sem mim,
à seguir o que te faz acreditar,
ou talvez, o que te faz apenas seguir,
e que eu não consegui;
vencido o cansaço,
isso me persegue nos meus sonhos.
aquela história do traga um sonho bom pra mim,
deixe para lá,
eu quero mesmo, é
não precisar dele.
as revoluções, é que me fazem andar.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Relógio sem ponteiros;
Vivo do tempo. Do tempo certo, de quando aconteço, do meu "instante-já". Relógio sem ponteiros. Não funciona quando me pedem, mas quando "aconteço". Com a lógica própria de não seguir uma lógica. Preciso do bem que não me peça tempo... mas para acontecer. E doce, de que precisa?
Eram tantos olhares, tantas expressões marcantes, que a vontade era arrancar-lhe os olhos. E como se arranca a sensação? Como se volta no tempo, como retornar o que se perdeu e o que não poderia se perder? Como se despedir, sem arrancar-lhe parte de si? Como domar o coração e o olhar, se eles tem vida própria dentro de mim.
...Corre coração, discorre, inebria.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Dez passos;
Moldes em cinco segundos, quarenta páginas, um título triunfante. As ocasionais mudanças de humor, as ocasionais vontades de fuga são mera ilusão. Segundo os passos, sorrir é o melhor remédio. Mais uma das ferramentas, humanas. Dez passos para ser alguém que você, definitivamente não é. Lembrarei de correr da próxima vez.